Com o concurso As Cidades Somos Nós, o ITDP Brasil busca estimular a criação de estratégias destinadas a mudar o padrão de mobilidade em Belo Horizonte. O objetivo é priorizar a mobilidade de pessoas em relação aos carros.  

 

O HIPERCENTRO DE BELO HORIZONTE

Com alta densidade e muito verticalizada, a região é farta em transporte público e tem a maior oferta de áreas dedicadas a estacionamento em toda a cidade. Com intenso uso cultural, comercial e residencial, ocupa um polígono de 2,64 km².

CONTEXTO

Áreas dedicadas a vagas de estacionamento poderiam ser mais bem utilizadas, em especial em regiões com grande oferta de transporte público. Os carros parados encarecem o custo do metro quadrado e estimulam um padrão de mobilidade pouco democrático. Todos pagam esse preço alto, mesmo quem não tem carro. Segundo a Empraesp, uma vaga de garagem pode aumentar de R$ 60 mil a R$ 100 mil o custo de compra de um apartamento, além de tornar mais escassa a oferta de espaços públicos dedicados a usos comuns.

Luta por espaço

Os carros ocupam muito mais espaço para atender a pouco mais que uma fração do total de viagens, sendo que a maior parte das viagens de carro atendem somente a 1 ou 2 passageiros. Segundo a Confederação Nacional de Transportes (CNT), os automóveis – apesar de transportarem cerca de 20% dos passageiros – ocupam 60% das vias públicas, enquanto ônibus – que transportam 70% dos passageiros – ocupam 25% do espaço viário nas grandes cidades brasileiras. 

Conheça o Infográfico comparativo de espaços.

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